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Primeira versãoEditar

Numa história do Batman na revista Detective Comics nº233, de 1956, aparecia Kathy Kane (batizada em homenagem ao criador do Batman,Bob Kane), uma ex-acrobata de circo que, ao ficar rica, decidiu combater o crime sob o codinome de Batwoman. Embora tenha aparentemente se aposentado ao final de sua primeira história, ela voltou a aparecer nas histórias do Batman até 1964.

No filme Artistas e Modelos, protagonizado por Jerry Lewis em 1955, surge pela primeira vez uma Mulher-Morcego (Bat-Lady), e foi essa personagem que serviu de inspiração para a personagem que viria ser Kathy Kane.

Sua sobrinha e parceira adolescente, Betty Kane, foi a primeira Batgirl (ou seja, antes de Barbara Gordon, a versão mais conhecida da personagem), surgindo na revista Batman n° 139, em abril de 1961. Kathy e Betty desapareceram quando Julius Schwartz assumiu as rédeas editoriais das duas revistas do morcego nos EUA, Batman e Detective Comics, em 1964. Após a reformulação da DC com a série Crise nas Infinitas Terras, Betty retornou com o codinome de Labareda.

[editar]Versão atualEditar

Em 2006 a DC Comics trouxe de volta a Batwoman na forma de Kathy "Kate" Kane, na minissérie 52. O nome é uma clara homenagem à Batwoman da Era de Prata. Esta Batwoman teve seu visual criado por Alex Ross.

A atual Kate Kane é lésbica e teve um romance no passado com Renee Montoya[2]. Uma ironia do destino, uma vez que a primeira Batwoman foi criada para afastar os rumores de homossexualidade de Batman, gerados pelo livro A Sedução do Inocente, do psiquiatra Frederic Wertham[3].

[editar]Realidades alternativas[4]Editar

Versões diferentes da Batwoman apareceram fora da continuidade oficial da DC Comics, ou seja, em realidades ou linhas temporais alternativas. A identidade da personagem variava de acordo com a publicação.

A maioria destas aparições se deu em revistas da linha Elseworlds como Reino do Amanhã (identidade desconhecida) e O Prego (Selina Kyle, a Mulher-Gato das histórias normais da DC), por exemplo.

Duas versões futuras apareceram nas revistas de linha dos Novos Titãs (as ex-Batgirls Betty Kane e Cassandra Cain, cada uma de um futuro diferente)[5] e uma outra apareceu em um arco de história de Superman/Batman escrito por Jeph Loeb (nesta história a Batwoman era Helena Bertinelli, a Caçadora da continuidade regular da editora).

Numa história da Liga da Justiça, a Mulher Maravilha teve a visão de um futuro alternativo em que ela, casada com Batman, se tornaria Batwoman.

[editar]O Mistério da Mulher MorcegoEditar

[1] Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo (spoilers).

Neste longa-metragem de animação lançado diretamente em vídeo, a Batwoman utiliza métodos letais de combate ao crime, o que Batman desaprova. Ao investigá-la, o herói se depara com três suspeitas: a policial Sonia Alcana, a cientista Roxanne Ballantine e a filha de mafioso Kathleen Duquesne. Cada uma delas, porém, acaba tendo um álibi, ao estar no mesmo local de alguma aparição da Batwoman. Batman, entretanto, acaba deduzindo que estava certo em todas as suas suspeitas, uma vez que as três formam um time e revezam, sendo que a cada hora uma é a Batwoman.

Na dublagem brasileira, a Batwoman, antes de ter sua tripla identidade descoberta, teve a voz de Rita Lopes; Sonia Alcana teve a voz de Christiane Louise; Ballantine teve a voz de Mabel Cezare Kathleen Duquesne foi dublada por Mariana Torres[6].

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